“Amor, amor, amor amor e amor. Todos falam demais sobre isso, inclusive eu. Desde pequenos, somos ensinados, da maneira certa ou errada, o que é o amor. Sinceramente? Nunca soube ao certo o que é isso, às vezes, chego a duvidar de sua existência. Meu histórico com esse mitológico sentimento, retratado na pintura, na literatura, nos quadros e esculturas desde os primórdios de nossa existência sempre foi conturbado. Encaro o amor como uma guerra, todas as vezes que me encontrei com ele, foi como se um ônibus atropelasse o meu coração e partisse ele em milhões de pedaços. Eu poderia resumir todas as pequenas histórias de amor em três palavras: solidão, dor e abandono. Na minha vida, tudo sempre acabou da mesma maneira que começou, pessoas indo, e eu ficando, sozinho, sofrendo, por causa do abandono, descaso e da indiferença. A história sempre foi a mesma, porém, com pessoas diferentes. As pessoas são tão iguais, sempre abandonam, mentem e iludem. Talvez o amor exista e as pessoas não saibam amar. Andei por ai a procura de alguém que me tirasse o fôlego, alguém diferente, todos sempre foram iguais: me tiraram um sorriso, depois o coração, pisaram nele, destruíram meus sonhos e a minha confiança e depois se foram. Eu procurei amar, mas o que encontrei foram pessoas apenas dispostas a jogar. Ninguém ficou, todos se foram, e o que me restou foram os pedaços do meu coração que foram incontáveis vezes recolocados e colados. Talvez o amor não exista. Procurei melhorar, me recuperar, mas a tombo que eu levei, parece que fui me tornando distante, dos sentimentos e das pessoas. Se o amor existe, não existe mais espaço para ele dentro de mim. O que existe dentro de mim é um grande vazio, que cresce dia a dia, e que ninguém pode preencher.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
“Amor, amor, amor amor e amor. Todos falam demais sobre isso, inclusive eu. Desde pequenos, somos ensinados, da maneira certa ou errada, o que é o amor. Sinceramente? Nunca soube ao certo o que é isso, às vezes, chego a duvidar de sua existência. Meu histórico com esse mitológico sentimento, retratado na pintura, na literatura, nos quadros e esculturas desde os primórdios de nossa existência sempre foi conturbado. Encaro o amor como uma guerra, todas as vezes que me encontrei com ele, foi como se um ônibus atropelasse o meu coração e partisse ele em milhões de pedaços. Eu poderia resumir todas as pequenas histórias de amor em três palavras: solidão, dor e abandono. Na minha vida, tudo sempre acabou da mesma maneira que começou, pessoas indo, e eu ficando, sozinho, sofrendo, por causa do abandono, descaso e da indiferença. A história sempre foi a mesma, porém, com pessoas diferentes. As pessoas são tão iguais, sempre abandonam, mentem e iludem. Talvez o amor exista e as pessoas não saibam amar. Andei por ai a procura de alguém que me tirasse o fôlego, alguém diferente, todos sempre foram iguais: me tiraram um sorriso, depois o coração, pisaram nele, destruíram meus sonhos e a minha confiança e depois se foram. Eu procurei amar, mas o que encontrei foram pessoas apenas dispostas a jogar. Ninguém ficou, todos se foram, e o que me restou foram os pedaços do meu coração que foram incontáveis vezes recolocados e colados. Talvez o amor não exista. Procurei melhorar, me recuperar, mas a tombo que eu levei, parece que fui me tornando distante, dos sentimentos e das pessoas. Se o amor existe, não existe mais espaço para ele dentro de mim. O que existe dentro de mim é um grande vazio, que cresce dia a dia, e que ninguém pode preencher.
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