terça-feira, 28 de maio de 2013

laveymonroe
Antes de se tornar famosa, Norma Jeane passou pelo nome de Mona e trabalhou como stripper em uma casa Burlesque em Los Angeles. Lá, ela entrou em contato com AntonLaVey, o homem que viria a fundar a altamente influente Igreja de Satanás. De acordo com SpringmeierLaVey era um manipulador de MK e Monroe tornou-se uma de suasescravos "gatinhas" (sexuais).
"Marilyn Monroe era um órfãe durante a sua infância, os Illuminati / CIAprogramaram-na para que ela fosse uma escrava monarcaAntes de se tornaruma atriz, enquanto ela ainda era uma stripper, ela passou um tempo com o fundador da Igreja de Satanás, Anton LaVeyVítimas de LaVey o apontam como um programador de controle mental." – Idem
"Quando a temporada de carnaval terminou, LaVey iria ganhar dinheiro tocando em Los Angeles na area de casas burlescas, e ele diz que foi durante este período que ele teve um breve affair com a então desconhecida MarilynMonroe." - Magus Peter H. Gilmore, Anton Szandor LaVey: A Biographical Sketch
"Anton LaVey foi o manipulador de controle da mente/programador de uma série de atores e arizes de Hollywood, incluindo Jayne Mansfield e Marilyn Monroe, ambas servindo a ele como escravas sexuais". Anton Szandor LaVey, Whale.to
tumblr_mdgcsiA1SZ1qcgenbo1_400 Fotos de Jayne Mansfield com Anton LaVey

The Surgeon Story é um texto escrito em forma de poema por Monroe, onde ela descreve como sendo cortada por Lee Strasberg e sua psiquiatra Margaret Hohenberg.Enquanto alguns descrevem essa história como lembrança de um pesadelo de Marilyn, outros pesquisadores afirmam que é na verdade uma descrição de uma sessão decontrole da mente.
     O Melhor dos melhores cirurgiões  Strasberg
     para me cortar e abrir o que eu não me importo, desde que seja o Dr. H
     preparou-me dando-me anestésico
     e também diagnosticou o caso e
     concordo com o que tem de ser feito,
     uma operação para me trazer de volta para
     vida e me curar desse terrível mal - estar
     o que diabos isso é - (...)

     Strasberg corta-me e me abre depois que o Dr. H me dá a
     anestesia e tenta de uma forma médica me confortar -
     tudo no quarto é branco, de fato, eu não posso nem ver ninguém, apenas objetos brancos -

     eles me cortam - Strasberg com a bunda de Hohenberg.
     e não há absolutamente nada lá -
     Strasberg está
     profundamente desapontado, mas mais ainda -
     academicamente espantado
     que ele tinha feito tal erro. Ele
     pensou que não ia
     a ser tão mais do que ele tinha, sempre
     sonhou ser possível ...
     vez que não havia absolutamente nada,
     destituído de
     cada sentimento humano vivo, coisa
     a única coisa
     que saiu foi as serraduras de cortes finos - gostaram da boneca esfarrapada que saiu para fora
     derramamentos
     por todo o chão e da mesa e Dr. H está
     intrigado
     porque de repente ela percebe que este é um
     novo casoO paciente existente ...
     do vazio completo
     Sonhos e esperanças de Strasberg para o teatro
     estão caídos.
     Sonhos e esperanças do Dr. H para uma permanente
     cura psiquiátrica
     é dado para Arthur e ele está decepcionado-
     
pra baixo. 
(tradução livre)
Nesta história estranha e perturbadora, Monroe descreve a que está sendo drogada ecortada abertamente por seus psiquiatrasEla escreve que ela "não se importava com a operação" porque ela estava "preparada". Ela estava dissociandoHá também demencionar de ela estar vendo "só branco", que pode se referir a privação sensorial -um método usado na programação MK Ultra.

Uma vez cortada, os os médicos só encontraram "serraduras de cortes finos" dentro dela e "gostaram da boneca esfarrapada que saiu para fora". Estas são as palavras típicas de um escravo MK que perderam completamente o contato com a sua personalidade núcleo, a verdadeira. Marilyn percebe a si mesma como uma boneca"vazia".  
A atriz Marilyn Monroe e o ex-presidente americano John Fitzgerald Kennedy protagonizaram um dos romances mais devassados do século XX - a intimidade entre eles era acompanhada a distância por dezenas, talvez centenas, de pessoas através de aparelhos de escuta clandestina instalados em qualquer lugar que o casal frequentasse. Há registros de diálogos entre Marilyn e Kennedy (que ela chamava pelo apelido "The Prez") que só são interrompidos pelo barulho do mar - isso quando eles estavam na casa de praia do presidente, no Estado da Flórida, onde existiam escutas até sob o deque da piscina. Recém-lançado no Brasil, o livro Marilyn e JFK (Objetiva, 216 págs., R$ 33,90), do escritor francês François Forester, pretende ser o mais completo "dossiê" sobre o caso de Kennedy (1917-1963) e Marilyn (1926- 1962). Forester, articulista da revista LeNouvel Observateur, pesquisou documentos oficiais e apresenta em sua bibliografia 123 obras que lhe forneceram pistas sobre os dois personagens cujas trajetórias estão entre as mais glamourosas e dramáticas do mundo.
Numa passagem do livro, acontecida no auge da Guerra Fria, Kennedy e Marilyn estavam imersos na banheira de uma suíte do Hotel Carlyle, em Nova York. Ele acabara de chegar de uma solenidade com ativistas nacionalistas americanos e Marilyn, segurando uma taça de champanhe Don Perignon, propõe um brinde: "À saúde de (Rudolf) Nureyev! (Vladimir) Nabokov! (Nikita) Kruschev! (respectivamente, bailarino, escritor e presidente da extinta URSS)." A provocação de Marilyn foi clara: os seus três homenageados eram russos. Segundo Forester, esses encontros íntimos estavam sendo escutados por uma ampla e diversificada rede de investigação.
E faziam parte dela o chefão do FBI, J. Edgar Hoover, e o diretor da CIA, James J. Angleton. Mas havia mais arapongas. O investigador Fred Otash, conhecido como "detetive das estrelas", também ouvia tudo - ele fora contratado pelo ídolo do beisebol Joe Di Maggio, que nunca aceitou o fim de seu casamento com Marilyn e seguiu-lhe os passos até a sua morte por overdose de medicamentos em 1962. A máfia também monitorava a privacidade dos amantes: Sam Giancana, chefe de uma organização criminosa que atuava em Los Angeles, acompanhava a vida do presidente passo a passo por motivos políticos e sentimentais. Ele queria saber quando JFK dormia com Judy Campbell, uma bela moça com a qual ele também mantinha um caso.

É dito que para ser um presidente americano é necessário pertencer a alguma dessas linhagens Illuminati que vimos anteriormente. A família Kennedy é uma dessas família, e, por esse motivo, John F. Kennedy teria sido eleito presidente dos EUA na década de de 60. Kennedy tinha visões e ideias diferentes daqueles que detinham o poder e talvez por esse motivo foi assassinado. 

As circunstâncias de sua morte ainda permanecem um mistério, visto que o atirador acusado parece ter sido usado como um bode expiatório e há evidências de que houve mais que um atirador. Não discutiremos ou tentaremos explicar as teorias conspiratórias em torno do acontecimento no dia 22 de novembro de 1963, apenas reforçaremos a ideia de que a Elite e associedades secretas controlam até mesmo o governo. Em 1961, em transmissão na mídia, John Kennedy fez um discurso em que se declarava contra "sociedades secretas", o"secretismo", a "manipulação", o que torna mais provável a tese de que ele foi mesmo assassinado esses motivos. Embora ele tenha sido eleito pela Elite, Kennedy fooi corajoso em desafiar a Illuminati, o que pode ser entendido no discurso abaixo:


A palavra "segredo" soa repugnante numa sociedade livre e aberta, e nós somos um povo contrário, tanto historicamente quanto hereditariamente, a sociedades,juramentos e procedimentos secretos. Há muitotempo, decidimos que um excessivo e injustificado encobrimento de fatos pertinentes provoca uma sobre valorização dos perigos que são utilizados para justificá-los. Mesmo hoje, há pouca importância em se opor à ameaça de uma sociedade secreta através da imitação de suas restrições arbitrárias. Ainda hoje, há pouco valor em se assegurar a sobrevivência da nossa nação se nossas tradições não sobrevivem com elas. E há um sério perigo de que uma anunciada necessidade para aumentar a segurança se apodere daqueles ansiosos por expandir seu significado para os mesmos limites da censura e sigilo oficial. Até o limite do meu controle, não pretendo permitir que isto aconteça. E nenhum oficial do meu governo, seja este de alto ou baixo escalão, civil ou militar, poderá interpretar minhas palavras desta noite como uma desculpa para censurar as notícias, de modo a sufocar as dissidências, encobrir nossos erros ou impedir que a imprensa e a opinião pública sejam informadas dos fatos aos quais elas têm o direito de saber.

(...)Se a imprensa está esperando uma declaração de guerra antes que seja imposta uma auto-disciplina nas condições de combate, então, posso dizer que nenhuma guerra jamais se configurou como uma grande ameaça à nossa segurança. Se os senhores estão esperando um veredicto de "perigo claro e eminente", então, posso apenas dizer que o perigo nunca esteve tão claro e que sua presença nunca foi tão eminente. Isto requer uma mudança de enfoque, de tática e de missão do governo, da população, de cada empresário, de cada líder trabalhista e dos meios de comunicação. O fato de estarmos em contra do mundo que produz conspirações grosseiras e monolíticas que nos circula e que se baseia, primeiramente, em converter os meios para expandir sua esfera de influência a favor da infiltração (em vez de invasão), da subversão (em vez de eleições), da intimidação (em vez da livre escolha),de guerrilhas noturnas (em vez de exércitos diurnos). Este sistema tem recrutado uma vasta quantidade de recursos materiais e humanos para a construção de uma rígida malha, um altamente eficiente mecanismo que combina operações militares, diplomáticas, de inteligência, econômicas, científicas e políticas. Sua elaboração é camuflada, nunca declarada. Seus erros são sepultados, nunca expostos. Seus dissidentes são silenciados, nunca louvados. Nenhum gasto é questionado, nenhum rumor é impresso e nenhum segredo revelado. (...) John F. Kennedy

O que me leva a crer que se John  a amou e sabia que ela estava sendo manipulada , contou a verdade e ela quis sua liberdade. A CIA que pertence aos iliminatis disse que a causa da morte dela foi drogas . Mas lembre-se do que o investigador do caso dela disse uma vez o: “Posso dizer que foi ele quem aplicou a injeção de Nembutal líquido. Vale lembrar que naquele dia, naquele momento, foi a chance de calar Marilyn. Não esqueça de que ela havia marcado uma coletiva com a imprensa dizendo que iria contar tudo”,
O que ela iria contar ? A verdade sobre tudo isso ? 
Indiretas dela depois de romper seu casamento com Joe :
Temor: agora sei alguma coisa sobre isso. Na verdade, vivi cheia de temor. Temor a tantas coisas, até a levantar o fone do gancho. São coisas dessa ordem que estou superando atravês de de um domínio sobre mim mesma
Marilyn Monroe
Temor: agora sei alguma coisa sobre isso. Na verdade, vivi cheia de temor. Temor a tantas coisas, até a levantar o fone do gancho. São coisas dessa ordem que estou superando atravês de de um domínio sobre mim mesma
Marilyn MonroeIsso vem se tornado uma maldição que carrego comigo todas as noites que me deito na cama, sozinha com meus pensamentos. Já amanhã levantarei sorrindo, colocarei belas roupas, usarei uma ótima maquiagem e tudo passará despercebido aos olhos de todos, menos a mim.”
Marilyn Monroe
Hollywood é um lugar onde te pagam mil dólares por um beijo e cinqüenta centavos por sua alma.- Marilyn Monroe
Lembrando que :http://www.youtube.com/watch?v=gZyF_Qlpa8A

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